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GRPU atrasa o ecomuseu em Algodoal |
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O Liberal
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22-Jan-2012 |
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Burocracia
Sem autorização, ONG terá que devolver à Petrobras dinheiro já aprovado
A Ilha de Algodoal, cenário turístico de muitos paraenses, brasileiros e estrangeiros, corre o risco de perder a oportunidade de melhorar a preservação de suas belezas naturais com a criação de um Ecomuseu, parte de uma das ações do projeto Bicho d’água: Conservação Socioambiental, executado pelo Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos da Amazônia (Gemam), com o patrocínio da Petrobras através do Programa Petrobras Ambiental.
O projeto acontece desde o ano passado, mas corre o risco de não ter
todas as suas atividades executadas, porque parte do processo que prevê
a instalação do Ecomuseu na Ilha de Algodoal está ainda em trâmite na
Gerência Regional do Patrimônio da União - GRPU. "Como a ilha é uma área
de preservação, precisamos de algumas autorizações ambientais para
colocarmos em práticas algumas atividades. No caso, a Secretaria de
Estado de Meio Ambiente do Pará (Sema), já nos autorizou. Resta agora a
GRPU", explica a coordenadora do Bicho d’água, Renata Emin.
Segundo
a coordenadora, o processo segue lentamente na GRPU, por isso o atraso
na implementação do Ecomuseu. A consequência disso é a inviabilidade de
instalar esse ponto de educação ambiental até o final do projeto, com
término em março de 2013. "No nosso planejamento, o Ecomuseu deveria ter
entrado em execução no ano passado, mas fomos surprendidos quando vimos
que o processo na GRPU, depois de meses desde a entrada, ainda estava
no protocolo", conta Renata.
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